A chalana surge nas águas serenas
do Rio Paraguai.
A morena bela acena para o rapaz
que sorri feliz e corresponde ao
grande amor.
O jacaré indolente
abre sua grande boca, fecha os
olhos e volta a sonhar.
Tuiuiú levanta seu vôo com seu par
em direção ao ninho.
A noite chega, a lua desponta no horizonte.
É lua cheia, seus raios de um brilho
intenso, refletem no
grande rio sereno e límpido.
O sapo coaxa...
o grilo cricrila...
os jacarés bramem e espiam atentos...
a sucuri sibila escondida na margem esperando sua presa...
a onça com seu urro estridente adentra a floresta a procura da sua fêmea.
A mãe “Natureza” defende com sua energia os animais
do “Bicho Homem”, da sua extinção,
cumprindo assim sua Missão.
Calmaria na floresta,apenas
se ouve o ruído natural dos seus habitantes num ritmo harmônico.
Amanhece.
A chalana passa vagarosamente seguindo
seu curso nas águas serenas levando
a morena e o moreno que sorriem felizes.

Luiza Helena Guglielmelli Viglioni Terra



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Midi: Almir Sater Chalana

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