Na estrada árida,
perdida, uma mulher maltrapilha ,
esconde no rosto sua
grande dor e
decepção.
Sem rumo, sem destino incerto,
não vê chegar
a noite escura e sombria.
Cansada senta
à beira da estrada deserta.
Rolam pelo seu rosto
grossas lágrimas de amargura
e dor.
Chora copiosamente e
vêm na lembrança
aquelas páginas com
dizeres fortes , inexplicáveis
para seus sentimentos
puros e sinceros.
Sua vida fora traída,
seu passado veio à tona,
ilusões perdidas,
sentia seu coração
pulsar fracamente.
Levara anos e anos para
esquecer fatos
sofridos em sua vida
que parava na roda do tempo.
Sonhos...
Fantasias....
Encantos...
Na tela um ser distante,
vê seu infortúnio e a
cumplicidade é sua
melhor e pérfida aliada.
Pensar...
fazer o quê...
Levanta cambaleando
e segue seu caminho.
Como num sonho,
uma luz surge do nada.
A medida que caminhava a
Luz tornava-se maior.
Erguendo seus braços com
dificuldade em direção
àquela Luz Maior,
foi em direção à ela e
partiu numa fantástica
viagem etérea.

Luiza Helena Guglielmelli Viglioni Terra



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