Caminhando no chão seco
ouço o farfalhar das
folhas amareladas que me
lembram a infância onde percorria
aquela alameda, correndo, saltitando e
dando risadas marotas tentando pegar
algumas borboletas
que pousavam nas flores.
Todo o ruído da
natureza estava presente
e eu assisto através
da lembrança, cenas exuberantes
e inesquecíveis de uma
existência que estão
sempre presentes.
O gorjeio dos pássaros,
o zumbidos dos insetos ,o coaxar
das rãs no brejo,
tudo era mágico,
e me fazia entrar no
“Mundo Encantado” onde
vivia a magia do “Faz de Conta”.
A idade chega lentamente e de
repente nos vemos cercadas de
saudades, lembranças e
aquele tempo inocente
vivido e não tem
como disfarçar
as lágrimas sabendo que
aquele Tempo não
volta , só em nossos pensamentos
e sonhos.
E as irmãs brincam alegremente.
Em frente a parede da casa,
Jogavam a bola e diziam
graciosamente sorrindo uma para
a outra.
“ Ordem, sem lugar, sem rir, sem, falar, um
dos pés, para o outro,
uma das mãos , para a outra,
bate palma, bate o pé, pirueta,
atrás e a frente,
encruzilhada ,
bate queda”.

Luiza Helena Guglielmelli Viglioni Terra
01/01/2011



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